BOAS VINDAS

SEJAM BEM-VINDOS AO ICAPUÍ POÉTICO.OBRIGADO PELA VISITA.

sábado, 26 de maio de 2018

SER MÃE


Prof Antônio José

Ser mãe para um poeta
É ser uma dádiva divina
É ser um jardim florido
É ser o ouro de uma mina
É ser o sol de um verão
É ser a voz da emoção
É ser a luz que ilumina!

Ser mãe para um poeta
É ser a chuva do inverno
É ser o canto do uirapuru
É ser o amor mais terno
É ser a fragância suave
É ser a velocidade da nave
É ser o céu, nunca inferno!

Ser mãe para um poeta
É ser uma pedra brilhante
É ser a doçura do mel
É ser a onda espumante
É ser a brisa da manhã
É ser a maciez de uma lã
É ser o forte diamante!

Ser mãe para um poeta
É ser o choro da saudade
É ser a esperança do futuro
É ser o sonho da liberdade
É ser as cores da aquarela
É ser a magia da cinderela
É ser o brilho da verdade!

Ser mãe para um poeta
É ser o conselho acertado
É ser uma bússola precisa
É ser as lâminas do arado
É ser o rio mais sereno
É ser o abraço mais ameno
É ser um violão afinado!

Ser mãe para um poeta
É ser o brilho pro escuro
É ser um exemplo de vida
É ser a ponte pro futuro
É ser uma célula preciosa
É ser uma mulher formosa
É ser um lindo porto seguro!

Feliz dia das mães!
HERÓIS DAS ESTRADAS


Prof Antônio José

Sou um simples cordelista
Mas já tenho o que falar
Falo das nossas riquezas
Sejam na terra ou no mar
Falo de qualquer roteiro
Falo dos caminhoneiros
Que o Brasil "fez" PARAR

Com aumentos abusivos
Do combustível da gente
Por um governo golpista
Com sua política demente
Chega a hora da união
Para qualquer caminhão
Seja de ré ou de FRENTE

Não dá mais pra suportar
O desgoverno, senhores
O Brasil virou um palco
De políticos opressores
De empresas estrangeiras
Das corrupções rasteiras
E de muitos TRAIDORES

O combustível é nosso
Sai daqui da nossa terra
São reservas borbulhando
Sejam no mar ou na serra
É vendido como o couro
É comprado como o ouro
E com ele se faz GUERRA

O petróleo, o ouro negro
É uma de nossas riquezas
Movimenta os caminhões
Com a comida das mesas
Faz o Brasil ser crescente
Um caminhão, minha gente
Tem um valor com CERTEZA

Parabéns, caminhoneiros
Vocês são nossos heróis
Rodam em estradas ruins
Acompanhados ou a sós
Enfrentam grandes perigos
Deixam a família, abrigo
Para está em maus LENÇÓIS

E aqui vou me despedindo
Dos que levam o caminhão
Com cargas mui valiosas
Segurando uma direção
Vocês, os nossos guerreiros
Vocês, os caminhoneiros
Que levam o Brasil nas MÃOS!

sexta-feira, 6 de abril de 2018

LIBERDADE NA PRISÃO


Prof Antônio José

Meu amigo, minha amiga
O homem vai para a prisão
A sentença foi determinada
Muito antes da eleição
Ele vai cumprir sua pena
Vai escrever sem algema
Sobre o que é ser cidadão

Na cela ele vai lembrar
Do que fez pela educação
Do que fez pelo Nordeste
Com a grande transposição
Do que fez pelo mais pobre
Com o seu coração nobre
Sem nenhuma perseguição

Na prisão ele vai ser eleito
Com o voto livre e decente
Daqueles que o inocentam
Das algemas dos prepotentes
Por fazer gente da favela
Deixar de usar aquela vela
E ter uma luz na sua frente

Com a prisão decretada
O líder desse meu Brasil
Vai falar com seu silêncio
Numa cela que nunca viu
Sem precisar de campanha
De lá, a eleição está ganha
E quem chorava, só sorriu

No silêncio da madrugada
Com sua cabeça pensante
Vai lembrar que a cidadania
Já foi aqui um diamante
Uma realidade sem temor
Que aos humildes proclamou
Com seu governo relevante

Agora chegou a liberdade
Que nasce de uma prisão
Prendem o corpo não a alma
De um grande herói da nação
Que vai ficar na memória
Se perpetuando na história
Como LULA, o nosso irmão

sexta-feira, 30 de março de 2018

LULA, o melhor presidente


Prof Antônio José

Hoje pensei numa rima
Um pouquinho diferente
Vou falar do grande herói
Que na luta está presente
Posso até não lê a bula
Mas nosso remédio é Lula
Nosso melhor presidente

Tem a voz do nosso povo
Fala com conhecimento
Defende a justiça humana
Enfreta os contratempos
Melhorou o nosso Brasil
De uma poça fez um rio
Diminuiu os maus tempos

Tem o respeito do povão
Da criança e do velhinho
De igualdade ele entende
E sabe tratar com carinho
Seja um simples agricultor
Magistrado ou um doutor
Ele é flor nunca é espinho

Vi avanço na educação
Com pobre virando doutor
Vi jovens na faculdade
Se formando no interior
Vi políticas com igualdade
Seja no campo ou cidade
Vi menos ódio e mais amor

Os menos favorecidos
Melhoraram suas condições
Muitos compraram um carro
Sem recorrerem a leilões
Construiram sua moradia
Tinham comida noite e dia
Nas cidades e nos sertões

Hoje estão nos roubando
Nossa legítima democracia
Nosso voto consciente
Que sufragamos um dia
Sem nenhum cerceamento
Tirando o desejo de dentro
De eleger quem se queria

Por isso votarei no Lula
Sem nenhuma comoção
Sem provas nada se prova
Tudo é mera especulação
Lula o melhor presidente
Quem diz isso, nossa gente
Que tem motivos e razão!
Se é do Lula, é do povo

Prof Antônio José

Se o cara comprou triplex
Mandou fazer a reforma
Deixou todo estruturado
E seguiu todas as normas
Tem documento material
Tem delação testemunhal
E a assinatura que prova?

Isso é como alguém falar
Que a galinha tem um ovo
Mas se não mostrar a prova
Não convence, nada é novo
Mas como estão insistindo
Vejo o TRIPLEX se abrindo
Como um espaço do povo

Por isso abramos as portas
Dessa construção bendita
Cada um com sua mala
Com seu lanche e marmita
Moremos de apartamento
Sem aluguel, sem aumento
No alto e com bela VISTA!

Se é do cara, é do povão
É da casa, da minha vida
Podem morar os sem-teto
Sem cabana, sem guarida
Podem morar nordestinos
Peregrinos sem destinos
Que vivem nas suas lidas

Vamos morar de TRIPLEX?
Sair da casca de um ovo
Se é do cara é da gente
Se é da gente eu só louvo
Quando se tem a certeza
Com documento na mesa
Se é do Lula, é do POVO!

Agora vou fazer as malas
Morar num prédio inaudito
Que segundo magistrados
Tem provas no veredicto
Meu novo lar, meu senhor,
É um TRIPLEX! Faça o favor
De deixá-lo bem BONITO!
SONETO DAS FLORES


Prof Antônio José

No mundo floral dos encantos mil
Com cores e perfumes inebriantes
Passo entre dálias e um lindo anil
Com seu aroma mui apaixonante

Sinto o exalar de um jasmim florido
Junto de uma bromélia irradiante
O crisântemo me saúda escondido
Com a anêmona grudada no amante

Encantado com o charme da rosa
Da flor de laranjeira, um belo terno
Eis a sensibilidade de uma mimosa

Ao me receber no festejar do inverno
Vejo o lírio vestido, uma bela prosa
Exibindo para mim AMOR ETERNO!
Quem ama, é quem cuida


Prof. Antônio José

Hoje resolvi escrever
Um cordel sobre gestão
Porque amo a poesia
E vejo com o coração
Faço isso todo instante
Num poetizar constante
Sem desprezar a razão

O prefeito da cidade
Vai mostrando seu perfil
Vai recuperando prédio
Que a sujeira invadiu
Vai se virando nos trinta
Comprando verniz e tinta
Limpando como bombril

Vejo os postos de saúde
Com grande diferencial
Vejo o Mirante da Serra
Mudando o seu visual
E para ser verdadeiro
Tudo começou primeiro
Lá pra banda do hospital

Até uma estrada nova
Um presente de Natal
Barreiras ganhou é fato
Era preciso e mui vital
Hoje todo mundo anda
Seja de frente, de banda
Na avenida COLORAU

Suas visitas são rotina
Em toda comunidade
Discutindo com o povo
As melhorias da cidade
Caçamba vai e logo vem
Com a areia do BELÉM
Abrindo estrada à vontade

Falo de infraestrutura
De obras acontecendo
Do reveillon lá na praia
Do município crescendo
Da pomba da liberdade
Símbolo da nossa cidade
Que agora estar valendo

Vejo o povo em mutirão
Com a limpeza de praia
Vejo também jacumãs
Parecendo marambaias
Estas erguidas no litoral
E com a Avenida Colorau
Atraem turista e ARRAIA

Mas agora teço um verso
Sobre os nossos proventos
Eles estão em atraso
Isso é fato não invento
E a saúde nessa terra
Que nunca haja uma guerra
Pra não ter falecimento

Um banco que existia
Fechou as portas então
Temeu a insegurança
As quadrilhas de ladrão
E o povo sempre esperto
Procura um local aberto
Para pegar num TOSTÃO

Eita que a rima é boa
Reconhece o que é feito
Mas também é realista
Não baba aqui o prefeito
Mostra um olhar sincero
Com poesia e esmero
Olhando sempre o direito

E aqui vou terminando
Com a minha rima fluida
Vou tecendo meu cordel
Como se fosse um druida
E falando com essência
Digo sem as aparências
Quem ama, é quem CUIDA